...Pela Hora da Morte...


Quarta-feira, Agosto 10, 2005

"Jaboticabas ao par... dois pares delas, regados por lágrimas...
Nosso erro foi nos esquecer do dia de ontem...
Dois machucados."

Eu, com meus pensamentos, ontem, 9 de agosto.



Marla - 1:15 PM Comments:


Terça-feira, Julho 05, 2005



Tempinho sem postar, mas voltei, 20 anos, franjinha, apaixonada (como sempre fui, agora mais que nunca)... eita... desde março?! ehh... muita coisa ja aconteceu... já entrou gente nova na república, e já foi embora... ja foi embora tb gente que há mto tempo tava prometida pra ir... já tô até mudando de quarto! E já está mudando mais uma pra republica tb... tomara que dessa vez tenha caráter!
O aniversário do meu "Neguim" passou, do Walcir tb, meus 20 anos chegaram,o Vô tb já ficou mais velho... falando em Vô... ele voltou a tocar na Banda Municipal de Abadia dos Dourados (com os amigos dele), uma coisa que ele sempre teve muito orgulho de fazer... e o Niguim tá na fanfarra do colégio! Nosso primeiro aniversário de namoro passou... o aniversário da Vaini tb... coisas boas de lembrar... outras nem tanto mas vamos lá... =) tô de volta! =P

Ahm... e quanto ao Show do Ira!... ainda lembro até hoje de todos os detalhes... milagre? Talvez... quem me conhece sabe o porque neh?! Mémoria ruim ruim... rs rs rs



Marla - 11:25 AM Comments:


Sábado, Março 19, 2005



Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh show do IRA! Acustico MTV !!!! Ahhhhhhhhhhhh (gritos e mais gritos....)
Tudo de maravilhoso...
Ta... nem tudo de maravilhoso... eu nao sei se fui so eu que reparei isso mas o Nasi tem uma cara de bebado... rs rs rs e o tanto que eles fumam?! Cigarro aceso no palco o tempo inteiro... mas valeu... valeu dimais... e como valeu... ahhh :)
IRA! o show eh OQA!

Fiquei impressionada com a percussionista da banda... eh a melhor... ela toca tudo... e num para o show inteiro... eta... ela eh porreta!!! rs rs rs rs
:D



Marla - 10:12 PM Comments:


Quinta-feira, Março 10, 2005

Li esse texto na revistra TRIP PARA MULHER e me apaixonei ... quem tiver coragem, leia! É ótimo!!!



Cinco segundos


O colunista-penetra se apaixona



Foi num dia daqueles em que o centro fica vazio, e o pessoal do escritório joga papel picado pela janela. Fim do ano e do expediente. Você apareceu, sorriu meia dúzia de amigas e sentou na mesa ao lado. Bebendo cerveja de garrafa e comendo amendoim, cabelo preso num coque. Os papéis chovendo pela janela. Depois de você ali, a cidade calou: bocas abrindo e fechando, garçons de gravata anotando pedidos, moleques pedindo moedas, ônibus relinchando, tudo sem emitir um pio sequer. No meio do povaréu, eu podia ouvir seus dentes quebrando os amendoins, goles descendo pela sua garganta, cílios se roçando num piscar de olhos. Senti seus lábios tateando meus ouvidos. Sua chegada condenou toda aquela gente à morte instantânea.


Naquele momento, fiquei sabendo de tudo. Que iríamos nos conhecer em cerca de meia hora, quando eu me levantasse para falar bonito, entre goles e nossos olhares de espadachim. Sabia que treparíamos poucos dias depois como dois desesperados, pais de filhos natimortos, nos enlevando como quem precisa. Fiquei sabendo, olhando para você na outra mesa, que nossa persistência seria comparável à teimosia de ditadores, cães loucos e donas de casa. Que nosso amor arrancado a fórceps seria perdido para ser encontrado depois, reencontrado depois, muitas vezes, quantas vezes fosse preciso.


Sabia que brigaríamos como nunca fizemos com ninguém antes e nos xingaríamos de nomes que você teria vergonha de contar até para si mesma. Mas depois faríamos as pazes, doentes de paixão, como nunca fizemos antes. Bêbados, dançando e rindo do que só nós dois poderíamos entender. Trocando a noite pelo dia, trancados por semanas aqui em casa, ouvindo música, vendo filmes, dormindo abraçados. Sabia que, rapidamente, ganharíamos intimidade: banheiro de porta aberta, beijo sem escovar os dentes, você fazendo café de calcinha. E sabia que você falaria, alguns meses depois, que eu era o melhor amante que você já teve. E você falaria que nunca mais iria querer outra pessoa. Que o meu pau seria o melhor e mais gostoso do planeta ¿ e continuaria sendo por todas as vidas que você pudesse encarnar. E sabia que você, entre muxoxos, diria que gostaria de acordar na minha cama todos os dias. Você até iria querer, essa nem eu esperava, me dar um molequinho de presente. Antes de você beber a cerveja do seu copo, eu já sabia como iria gostar de ouvir todas essas mentiras. E como iria te retribuir com verdades.




Psicopata de cinema


Também sabia que, mesmo assim, apesar e por causa disso, eu ficaria ciumento e obsessivo como um psicopata de cinema. Faria perguntas insidiosas sobre seu passado, ex-amantes e namorados. Sobre quem te levou para a cama e quem te deixou lá. Descobri que ficaria com taquicardia e mãos trêmulas ao imaginar você com outra pessoa, no futuro ou no passado. Descobri que você iria despertar o meu melhor e o meu pior, em proporções igualmente febris. E também descobri que iríamos superar isso. E, depois de um ano, nos casar: montaríamos um apartamento cheio de coisas suas e minhas. Um novo jeito de fazer tudo, nem seu, nem meu, mas nosso. Você me ensinaria, com seus modos calados, a viver melhor. Tomar banho lavando as costas, comer várias vezes por dia, pensar menos. Você iria combater meu impulso suicida contra o nosso amor. Não sei se você chegou a descobrir isso ainda, mas não é que o amor simplesmente acabe. O amor é morto em dias claros como este. Carrega em si a semente desse assassinato. Às vezes o crime é doloso. Mas o normal é que seja morto corriqueiramente, como um tropeço. Com você seria diferente. Descobri, só de olhar o jeito de o cabelo cair na sua testa, que você lutaria até o fim para que eu não esquartejasse o nosso amor. Você iria conseguir.

Sabendo disso tudo, foi como se não tivesse escolha. Deixei uns trocados na mesa, levantei e lancei um último olhar na sua direção, já quase virando a esquina. Depois disso, cheguei a te procurar em outros bares e saideiras. Em alguns meses, acabei esquecendo seus olhos verdes e, com eles, tudo que descobri, em não mais que cinco segundos, num dia daqueles em que o centro fica vazio, e a gente do escritório joga papel picado pela janela. O amor é morto em dias claros como este.







João Paulo Cuenca, 26 anos, é autor de Corpo Presente. Seu e-mail: cuenca@trip.com.br



Marla - 4:43 PM Comments:


Quarta-feira, Março 09, 2005



Amor, meu grande amor, não chegue na hora marcada
Assim como as canções, como as paixões e as palavras
Me veja nos seus olhos, na sua cara lavada
Me venha sem saber se sou fogo ou se sou água
Amor, meu grande amor, me chegue assim bem de repente
Sem nome ou sobrenome, sem sentir o que não sente

Amor, meu grande amor; Cazuza




... m ú s i c a ...



Marla - 5:33 PM Comments:


Quarta-feira, Fevereiro 23, 2005


Sempre precisei de um pouco de atenção
Acho que não sei quem sou
Só sei do que não gosto
E destes dias tão estranhos
Fica poeira se escondendo pelos cantos



Mais música...
...minha vida tem se resumindo em trechos musicais...
Ou eh minha música que se resume em trechos de vida?!
... já nem sei mais...



Marla - 1:45 PM Comments:


Quarta-feira, Fevereiro 16, 2005



Fim de férias...
Visita legal...
Volta as aulas...
Notícia boa...

Eh... parece que tudo está se encaminhando...
:)
Agora so preciso estudar PHP... vamos?



Marla - 1:58 PM Comments: